Terminais portuários e retroportuários
Cais, pátios, armazenagem, movimentação, acessos e interfaces operacionais.
Projetos de CFTV para recintos alfandegados, portos e ambientes críticos, transformando requisitos regulatórios e riscos operacionais em cobertura, disponibilidade, gravação e evidências verificáveis.

A solução deve acompanhar o tipo de operação, as áreas sob controle aduaneiro, o risco do empreendimento e as exigências da autoridade competente.
Cais, pátios, armazenagem, movimentação, acessos e interfaces operacionais.
Operações aeroportuárias de carga sujeitas a controle aduaneiro e rastreabilidade.
Fluxos internacionais, acessos, áreas restritas e zonas de inspeção.
Armazenagem, movimentação e despacho aduaneiro em zona secundária ou fronteira.
Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros com exigência de cobertura e evidência operacional.
Operações com enquadramento específico, tratadas conforme ato autorizativo e requisitos efetivamente aplicáveis.
A engenharia parte da matriz regulatória real do empreendimento e compatibiliza as exigências que incidem sobre a mesma instalação.
Base para requisitos técnicos e operacionais do sistema de monitoramento de locais e recintos alfandegados.
Proteção de navios e instalações portuárias baseada em risco, com medidas definidas conforme o enquadramento da instalação, o Estudo de Avaliação de Riscos (EAR), o Plano de Segurança Portuária (PSP) e os atos vigentes.
A ferramenta realiza uma triagem preliminar da maturidade técnica do sistema em cinco eixos: requisitos, cobertura e desempenho, gravação e disponibilidade, ambiente e infraestrutura, documentação e evidências.
A edição 2 da IEC 62676-4:2025 substituiu o modelo clássico MDORII/DORI pelo sistema O2DCPVS, com sete requisitos operacionais de densidade de pixels. O projeto deve definir o objetivo visual de cada ponto e comprovar o desempenho por cálculo, campo de visão e condições reais da cena.
Visão geral da cena e orientação espacial.
Percepção do contorno e da forma geral do objeto.
Distinção de características básicas do objeto observado.
Percepção de características visuais relevantes à operação.
Caracterização mais detalhada de pessoas, veículos ou objetos.
Validação visual com maior nível de detalhe.
Exame visual minucioso para aplicações de elevada exigência.
Os valores clássicos 25 / 62,5 / 125 / 250 px/m pertencem ao modelo anterior associado à IEC 62676-4:2014 e permanecem apenas como referência legada. A seleção final deve considerar o requisito operacional, óptica, iluminação, movimento, compressão e condições reais da instalação. Referência: IEC 62676-4:2025.
Em portos, terminais e bases industriais, especificação mecânica e ambiental é parte do desempenho do CFTV.
Invólucros e caixas adequados à exposição, incluindo NEMA 4X ou solução equivalente quando definida pelo projeto.
Materiais, revestimentos, suportes e fixadores compatíveis com a categoria de corrosividade e exposição efetiva do local.
Aço inoxidável, alumínio e sistemas de proteção selecionados conforme ambiente e aplicação.
Equipamentos e métodos de instalação compatíveis com a classificação definida pela engenharia quando aplicável.
DPS, aterramento, equipotencialização, UPS e continuidade para ativos críticos.

O sistema nasce como uma infraestrutura integrada de vídeo, rede, alimentação, armazenamento, software, analíticos e documentação.
Além do posicionamento em planta, o projeto deve demonstrar como cada área crítica será registrada e como a evidência será recuperada.
Entradas e saídas de veículos e pessoas com cobertura dos eventos associados.
Visibilidade das áreas de movimentação, armazenagem e fiscalização.
Cobertura que considere obstruções previsíveis e dinâmica operacional.
Leitura e pesquisa de identificadores necessários à operação.
Comprovação do nível de desempenho de imagem nos pontos definidos.
Coordenadas, azimute, altura, campo de visão e condição final instalada.
As referências abaixo ilustram critérios de especificação para CFTV em terminais portuários, complexos portuários, ambientes marítimos e infraestrutura crítica. O enquadramento técnico de cada instalação deve considerar as condições reais de exposição, cobertura, operação e requisitos aplicáveis.




Posicionamento, identificação e orientação dos equipamentos.
Campo de visão, alcance e densidade de pixels.
Comprovação do requisito operacional de imagem por área.
Backbone óptico, switches, racks e segmentação.
Storage, retenção, banda, redundância e crescimento.
Licenciamento, servidores, estações e integrações.
Coordenadas, altura, azimute e cobertura prevista.
Critérios mínimos de câmera, rede, proteção e infraestrutura.
PDF, DWG e formatos complementares conforme escopo.
Critérios de aceitação, comissionamento e desempenho.
Documentação final da condição efetivamente instalada.
Relação entre requisito, solução projetada e evidência.
Operação, riscos, áreas críticas, requisitos e infraestrutura existente.
Normas, atos, áreas, objetivos de monitoramento e evidências.
O2DCPVS, campos de visão, OCR, rede, storage, energia e ambiente.
Ajustes, configuração, integração e comissionamento.
Mapas, relatórios, documentação final e rastreabilidade.
Não. A autorização é competência da Receita Federal e depende do conjunto de requisitos do alfandegamento. A engenharia estrutura e documenta o sistema de videomonitoramento para atender aos requisitos técnicos aplicáveis e produzir evidências verificáveis.
Não. A Portaria Coana trata requisitos do sistema de monitoramento de locais e recintos alfandegados. O ISPS Code trata proteção de navios e instalações portuárias com abordagem baseada em risco. Em uma instalação portuária alfandegada, as duas camadas podem coexistir.
Sim. O diagnóstico precisa avaliar parque instalado, cobertura, qualidade de imagem, rede, storage, disponibilidade, proteção ambiental e integrações para definir reaproveitamento, reposicionamento ou substituição.
Não. Resolução, lente, distância, ângulo, iluminação, movimento e tamanho do alvo determinam a densidade efetiva de pixels. O projeto precisa comprovar desempenho no ponto real.
A especificação depende da exposição real e da classificação de cada área. Para corrosão atmosférica, o projeto deve enquadrar a categoria aplicável segundo a ISO 12944-2, sem presumir C5 ou CX apenas por se tratar de porto ou região costeira. Em estruturas offshore e relacionadas, a ISO 12944-9 fornece requisitos específicos para sistemas de pintura em ambientes CX e Im4. Certificações Ex e métodos de instalação são avaliados separadamente quando houver áreas classificadas.
A Dualis pode avaliar o sistema existente, identificar lacunas e estruturar o projeto executivo para alfandegamento, proteção portuária e operação crítica.